Companhia de Gênero

Companhia de gênero é uma performance interativa de duração e existência indeterminadas criada pela artista Maya Inbar em 2018. É também um serviço remunerado de conversa educativa para homens cis que desejam melhorar a sua relação com as mulheres, com o feminismo e com os seus próprios sentimentos, promovendo a educação contra o sexismo através do diálogo. O formato principal do projeto prevê encontros individuais e sigilosos entre a artista e o contratante, com duração mínima de trinta minutos, mas a performance já foi realizada em dois formatos-desdobramentos: Companhia de Gênero – rapidinhas (sessões curtas e individuais entre 5 e 15 minutos) e Companhia de Gênero – grupal (roda de conversa aberta a todos os gêneros, gratuita). Há poucos registros da performance justamente por seu caráter privado. O experimento surge do entendimento de que tais conversas são constantemente requisitadas por homens cis sem que elas sejam necessariamente a escolha de mulheres. Companhia de gênero busca reivindicar o reconhecimento dessa conversa – quando conduzida por pessoas que não cishomens – como trabalho a ser remunerado, e reconfigurar os desejos e interesses por uma sociedade mais igualitária numa perspectiva de gênero. Maya Inbar é mulher cis branca, educadora, artista visual, ativista, e busca cada vez mais contracolonizar seu estar no mundo. Sua prática artística tem se voltado à micropolítica das relações e às interseções entre gênero, intimidade e economia.

autoria

Maya Inbar

Data

2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

feminismo, gênero

Tipo

performance

Descritivo

Performance interativa, duração variável

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Zine Slam das Minas-RJ, caderno 3

Zine conta com composições de Andréa Bak, Carol Dall Farra, Tom Grito, Rejane Barcelos e Gênesis.

autoria

Slam das Minas-RJ, Andrea Bak, Carol Dall Farra, Tom Grito, Rejane Barcelos, Gênesis

Data

2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

racismo, educação, feminismo

Tipo

zine

Descritivo

Impressão sobre papel / 14 páginas / 22 x 16 cm

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Calendário Audre Lorde

Calendário feito pela CAMTRA (Casa da Mulher Trabalhadora) traz famosa frase da escritora caribenha-americana, negra, feminista, lésbica e ativista dos direitos civis: “Seu silêncio não vai te proteger”

autoria

CAMTRA (Casa da Mulher Trabalhadora)

Data

2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

direitos, diversidade, justiça

Tipo

calendário

Descritivo

Impressão sobre papel / 60x40cm

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Arrastão feminista

Esta ação consiste em reunir um grupo de mulheres para sair de forma organizada às ruas e atuar em duas frentes: distribuição de panfletos e conversas com mulheres a fim de difundir informações sobre a luta pela legalização do aborto no país, e colação de lambes pela cidade.

autoria

Nossa Hora de Legalizar o Aborto

Data

Novembro de 2018

Data de luta

25 de Novembro - Dia Latino Americano e Caribenho de Combate à Violência Contra a Mulher

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

direitos reprodutivos, feminismo

Tipo

ação

Descritivo

Ação de rua

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Panfleto em defesa de estudantes e profissionais da educação contra cortes

Panfleto criado no contexto de votação de emenda que congelava o orçamento em saúde e educação por 20 anos (“Teto dos Gastos”). Bolsas de pesquisa também passavam por cortes. No mês de maio, ocorreram em pelo menos 172 cidades protestos e paralisações contra os cortes na educação. Neste contexto, o presidente Jair Messias Bolsonaro justifica o cenário afirmando que brasileiro precisa somente “ler, escrever e fazer conta”, negando a educação como um direito. O objetivo do panfleto era colocar o movimento NLHA ao lado dos trabalhadores da educação.

autoria

Nossa Hora de Legalizar o Aborto

Data

15 de Maio de 2019

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

direitos, educação

Tipo

panfleto

Descritivo

Impressão sobre papel / A4 dobrado

Direito autoral