Amar sem temer

Bandeira impressa numa oficina do Ateliê Coletivo ocorrida em um dos muitos atos que denunciaram o processo político cujo resultado foi o golpe parlamentar de 2016. É uma brincadeira de palavras com o sobrenome do então vice-presidente Michel Temer, empossado após o impeachment da presidenta Dilma Roussef.

O Ateliê Coletivo surgiu em 2016, quando um grupo de artistas que vivem no Rio de Janeiro decidiu atuar perante a grave crise política do país. O coletivo realiza oficinas livres e colaborativas em espaços públicos a fim de ensinar técnicas de impressão em serigrafia e estêncil, criando matrizes para a multiplicação de imagens e dizeres que se relacionem com os participantes e seus contextos políticos. O Ateliê Coletivo é formado por Ana Miguel, Carolina Veiga, Icaro dos Santos, Joana Traub Csekö, Leo Ayres, Martha Niklaus, Paula Dager, Roosivelt Pinheiro e Suely Farhi.

autoria

Ateliê Coletivo

Data

2016

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

democracia, direitos

Tipo

bandeira

Descritivo

Impressão serigráfica sobre tecido / 61 x 78 cm

Direito autoral

Bandeira “Censura nunca +”

autoria

Vem pra Luta Amada

Data

2017

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

democracia, direitos

Tipo

bandeira

Descritivo

Impressão serigráfica sobre tecido / 40 x 30 cm

Direito autoral

LiteraCURA para tempos sombrios

Zine adquirido na feira TESOURA #2 realizada na Casa NEM, Lapa, Rio de Janeiro. Aline Miranda (Lilix @outrasbagatelas ) é uma das mais importantes ativistas lésbicas sapatão do Brasil. Lilix possui intensa produção literária em zines datilografados desde 2015 e também o livro de poesias “Néctar 44”.

autoria

Aline Miranda

Data

2017

Local

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Tema

feminismo

Tipo

zine

Descritivo

Datilografia e poesia autoral sobre papel colorido / A6

Direito autoral

Todos os direitos reservados

A educação é valiosa

A artista Ana Miguel usa a linguagem de carimbos desde os anos 80, em caixinhas “para crianças”, edições limitadas ou convites. Em 2015, diante dos ataques à presidenta eleita Dilma Roussef e ao início do processo que resultou no golpe e empossou Michel Temer, a artista começou a produzir adesivos para colar pela cidade e distribuir para amigos e em manifestações, “como quem partilha um afeto”.  A ideia era explicitar a relação entre afeto e democracia, usando um material que traz a memória da intimidade, dos cadernos escolares, um tipo de imagem claramente caseira e meiga para fazer um ato de resistência face à brutalidade do momento histórico. 

autoria

Ana Miguel

Data

2015

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

democracia, direitos, educação

Tipo

adesivo

Descritivo

Impressão de carimbos sobre papel adesivo / 11 x 3,5 cm

Direito autoral

Amar sem temer

A artista Ana Miguel usa a linguagem de carimbos desde os anos 80, em caixinhas “para crianças”, edições limitadas ou convites. Em 2015, diante dos ataques à presidenta eleita Dilma Roussef e ao início do processo que resultou no golpe e empossou Michel Temer, a artista começou a produzir adesivos para colar pela cidade e distribuir para amigos e em manifestações, “como quem partilha um afeto”.  A ideia era explicitar a relação entre afeto e democracia, usando um material que traz a memória da intimidade, dos cadernos escolares, um tipo de imagem claramente caseira e meiga para fazer um ato de resistência face à brutalidade do momento histórico. 

autoria

Ana Miguel

Data

2015

Local

Brasil

Tema

democracia, direitos, feminismo

Tipo

adesivo

Descritivo

Impressão de carimbos sobre papel adesivo / 11 x 3,5 cm

Direito autoral

A democracia é valiosa

Bandeira impressa em 12 de outubro de 2017 durante oficina de produção de materiais do Ateliê Coletivo, que ocorreu no ato Arte pela Liberdade #Censuranuncamais, no contexto da censura do então prefeito Marcelo Crivela à realização da exposição Queer Museum no MAR – Museu de Arte do Rio. O Ateliê Coletivo surgiu em 2016, quando um grupo de artistas que vivem no Rio de Janeiro decidiu atuar perante a grave crise política do país. O coletivo realiza oficinas livres e colaborativas em espaços públicos a fim de ensinar técnicas de impressão em serigrafia e estêncil, criando matrizes para a multiplicação de imagens e dizeres que se relacionem com os participantes e seus contextos políticos. O Ateliê Coletivo é formado por Ana Miguel, Carolina Veiga, Icaro dos Santos, Joana Traub Csekö, Leo Ayres, Martha Niklaus, Paula Dager, Roosivelt Pinheiro e Suely Farhi.

autoria

Ateliê Coletivo

Data

12 de Outubro de 2017

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

democracia

Tipo

bandeira

Descritivo

Impressão sobre tecido / 38 x 25 cm

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Distribuição gratuita de mil cartazes no CCSP

No dia 31 de março de 2016 ocorreu uma manifestação nacional pró-democracia. Em São Paulo, a manifestação saiu da Catedral da Sé e a concentração aconteceu no Centro Cultural São Paulo (CCSP), onde foram distribuídos gratuitamente mais de mil cartazes impressos organizados pelo movimento Artes pela Democracia.

autoria

Artes pela Democracia

Data

31 de Março de 2016

Local

São Paulo, SP, Brasil

Tema

democracia

Tipo

ação

Descritivo

Ação de distribuição de mil cartazes

Direito autoral

Registro fotográfico manifestação pró-democracia Paris, França

Cartaz de Carolina Caliento, realizado através do movimento Artes pela Democracia, fotografado na manifestação pró-democracia da presidenta Dilma Rousseff  em Paris.

autoria

Carolina Caliento

Data

Abril de 2016

Local

Paris, França

Tema

democracia

Tipo

cartaz

Descritivo

Fotografia digital

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Exposição “Arte pela Democracia” no Centro Cultural São Paulo

A exposição Arte pela Democracia apresentou cerca de 250 cartazes criados em 2016 por diversos artistas em defesa da democracia brasileira. O movimento espontâneo nasceu nas redes sociais e elegeu o cartaz como meio de comunicação democrático e de vocação também mobilizadora, resultando numa produção em massa de cartazes artísticos. Uma série de 200 cartazes, impressos em xerox colorido, foi doada ao Centro Cultural São Paulo, e compunham a exposição ao lado de demais cartazes de movimentos sociais do acervo do CCSP, como exemplares da coleção de cartazes doada pela Comissão Justiça e Paz, entidade fundada em 1972 por iniciativa de Dom Paulo Evaristo Arns, em defesa dos Direitos Humanos frente ao terrorismo de Estado instaurado no país com o golpe civil-militar de 1964. O que se propunha com esta mostra não era privilegiar um cartaz ou outro, mas sim incentivar a criação de mais cartazes.

autoria

Centro Cultural São Paulo, Artes pela Democracia

Data

13 de Maio de 2016

Local

São Paulo, SP, Brasil

Tema

democracia

Tipo

exposição

Descritivo

Impressão jato de tinta sobre papel / 10 x 15cm

Direito autoral

#ARTE PELA DEMOCRACIA

Cartaz enviado na ação Artes pela Democracia.

autoria

Laura Andreato

Data

Março de 2016

Local

Brasil

Tema

democracia, direitos, educação

Tipo

cartaz

Descritivo

arquivo digital

Direito autoral