Cancioneiro do 8M de 2018 no Rio de Janeiro

Seleção de cânticos compostos coletivamente para a marcha do 8 de março de 2018.

autoria

Coletiva

Data

8 de Março de 2018

Data de luta

8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

direitos reprodutivos, violência, feminismo

Tipo

cancioneiro

Descritivo

Impressão sobre papel / A4

Direito autoral

Bandeira “Vem pra Luta Amada”

Segunda tela de serigrafia feita pelo grupo, em 2017, e adotada como nome. Um chamado carinhoso para as compas se engajarem no ativismo e uma declaração de amor à própria luta feminista, por sua capacidade de provocar as mudanças necessárias para um mundo com justiça social.

autoria

Vem pra Luta Amada

Data

2017

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

feminismo, justiça, direitos

Tipo

bandeira

Descritivo

Impressão sobre tecido / 41 x 30 cm

Direito autoral

Abortistas – intervenções urbanas

Numa série de intervenções o Vem pra Luta Amada “veste” estátuas com o lenço verde pela legalização do aborto.

autoria

Vem pra Luta Amada

Data

2019

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

feminismo, direitos reprodutivos

Tipo

ação

Descritivo

Intervenção urbana com aplicação de lenço sobre estátuas

Direito autoral

Amargo zine

Zine adquirido por meio de troca de cartas com a artista Edi @edipatzlaff que é fotógrafa e ilustradora. O envelope veio do Rio Grande do Sul-RS com zines originais coloridos e Amargo zine é um deles.

autoria

Amargo zine, Edi

Data

2015

Local

Rio Grande do Sul, Brasil

Tema

feminismo, desigualdade, sororidade

Tipo

zine

Descritivo

Colagem manual original, costurado com linha, impressão jato de tinta colorida / A5

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Amarguito zine

Zine adquirido por meio de troca de cartas com a artista Edi @edipatzlaff que é fotógrafa e ilustradora. O envelope veio do Rio Grande do Sul-RS com zines originais coloridos e Amarguito zine é um deles.

autoria

Amargo zine, Edi

Data

2015

Local

Rio Grande do Sul, Brasil

Tema

feminismo

Tipo

zine

Descritivo

Colagem manual, zine original impresso em jato de tinta colorida / A6

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Políticos e artistas com a placa Rua Marielle Franco

Após a depredação da placa original da Cinelândia por um político de extrema-direita e da ampla produção que se seguiu de réplicas a preço de custo pela gráfica de Sidnei Balbino, indicado pela ativista Ana Archis para produzir as mil placas, políticos e artistas passaram a usar as placas como símbolo antifascista, de resistência e de luta por justiça por Marielle durante as eleições de 2018.

autoria

Ana Archis

Data

2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

racismo, lesbo/trans/feminicídio, violência

Tipo

placa

Descritivo

Adesivo vinílico colado em placa de acrílico / 24 x 48 cm

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Mil placas da Rua Marielle Franco

Após a depredação da placa original da Cinelândia por um político de extrema-direita, o site O Sensacionalista lança uma campanha para arrecadar fundos para imprimir 1000 placas da Rua Marielle Franco, em tamanho reduzido. As placas foram distribuídas gratuitamente ao público no dia 14 de outubro de 2018, no mesmo local, juntamente com o ato que marca 7 meses sem respostas pelo crime. Durante o evento, Mônica Benício, viúva de Marielle, recoloca simbolicamente a placa no poste do qual a original foi retirada e depredada.

autoria

O Sensacionalista

Data

14 de Outubro de 2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

violência, racismo, lesbo/trans/feminicídio

Tipo

ação

Descritivo

Ação de arrecadação, impressão e distribuição de mil placas da Rua Marielle Franco

Direito autoral

Todos os direitos reservados

Quarta placa Rua Marielle Franco: ato no local do crime

Após o assassinato de Marielle Franco, a fotógrafa, ativista lésbica e anarquista Ana Archis criou a placa de rua em sua homenagem. No total, foram impressas pela ativista seis placas seguindo as mesmas medidas das placas de rua do Rio de Janeiro, das quais apenas quatro foram coladas. A quarta placa a ser colada foi no primeiro ato em homenagem a Marielle no local do crime no Estácio, na esquina das Ruas Joaquim Palhares com João Paulo I, no dia 28 de março de 2018.

autoria

Ana Archis

Data

28 de Março de 2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

violência, racismo, lesbo/trans/feminicídio

Tipo

placa

Descritivo

Adesivo vinílico colado em placa de acrílico / 30,5 x 63,5 cm

Direito autoral

Terceira placa Rua Marielle Franco: Panteras Negras

Após o assassinato de Marielle Franco, a fotógrafa, ativista lésbica e anarquista Ana Archis criou a placa de rua em sua homenagem. No total, foram impressas pela ativista seis placas seguindo as mesmas medidas das placas de rua do Rio de Janeiro, das quais apenas quatro foram coladas. A terceira placa a ser colada foi através de uma ação performática política das Panteras Negras durante o ato em homenagem a Marielle na Casa das Pretas, no dia 22 de março de 2018.

autoria

Ana Archis

Data

22 de Março de 2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

violência, racismo, lesbo/trans/feminicídio

Tipo

placa

Descritivo

Adesivo vinílico colado em placa de acrílico / 30,5 x 63,5 cm

Direito autoral

Duas primeiras placas Rua Marielle Franco

Após o assassinato de Marielle Franco, a fotógrafa, ativista lésbica e anarquista Ana Archis criou a placa de rua em sua homenagem. No total, foram impressas pela ativista seis placas seguindo as mesmas medidas das placas de rua do Rio de Janeiro, das quais apenas quatro foram coladas. As duas primeiras a serem coladas foram as da Av. Rio Branco e Cinelândia, durante o ato ecumênico em homenagem a Marielle, no dia 20 de março de 2018.

autoria

Ana Archis

Data

20 de Março de 2018

Local

Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Tema

violência, racismo, lesbo/trans/feminicídio

Tipo

placa

Descritivo

Adesivo vinílico colado em placa de acrílico / 30,5 x 63,5 cm

Direito autoral